
Vale a pena pela comida, embora não seja divinal - o melhor foi um restaurante grego que me orientou na escolha do próximo destino de férias. Num dos restaurantes, inserido numa cave, enquanto comia, vi uma barata percorrer a estrutura de madeira que decorava a parede onde a minha mesa estava encostada - nunca mais vou esquecer o arroz de ervilhas com o frango panado e recheado com queijo e fiambre.
Os Banhos são brutais. Antes de entrar, pesava 81kg. Passadas três horas, pesava 78kg.
As pessoas são tristes, sente-se a pobreza, a cidade é suja e em elevado estado de decomposição, fruto de uma construção de fachada da época do Comunismo. Estava tudo em obras. Andaimes, gruas e andar na rua é uma verdadeira gincana.
Foi uma viagem agradável, mas não volto a Budapeste. Antes Praga, que é parecida e mais genuína.